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“Liberdade de imprensa não é direito absoluto”, afirma advogado de juiz que censurou "Gazeta do Povo"

O advogado Fajardo José Pereira Faria, autor da ação judicial que resultou na sentença que obriga a Gazeta do Povo a não mais publicar e a retirar do ar reportagens sobre as investigações contra o desembargador Clayton Camargo, presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, afirmou que “é uma bobagem acreditar que direito à liberdade de imprensa é direito absoluto”.

 

 

 

De acordo com o UOL, o advogado é presidente do TJ-PR desde fevereiro. Em abril, surgiu a informação de que era investigado pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por suspeita de venda de sentenças, denunciada pouco antes em matéria da Gazeta do Povo.

Faria, promotor aposentado do MPE (Ministério Público Estadual), não vê censura à imprensa na sentença de seu cliente. "Não é censura. A decisão é decorrência da irresponsabilidade de quem deveria preservar pelo direito de expressão de sua mídia. Quando abusa de um direito, o joga na lata do lixo", disse.


A ANJ (Associação Nacional de Jornais) qualificou a ação como uma "afronta ao direito dos cidadãos de serem livremente informados". A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo) disse que este é "novo episódio de censura judicial". A Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná também criticou a decisão.


O advogado que representa Clayton Camargo atribuiu as matérias a um "sentimento de vingança de familiares de um dos diretores da Gazeta do Povo por decisões que o presidente tomou quando era integrante da 12ª Câmara Cível [que trata de assuntos de família]".


A Gazeta do Povo respondeu, em nota, que lamenta e se mantém preocupada com a postura do presidente do Tribunal de Justiça do Paraná. O jornal assegura que seguiram todos os padrões éticos e jornalísticos e que visam o interesse público.

 

O Sindicato dos Jornalistas do Paraná republicou as matérias que o jornal teve de retirar do ar. "O sindicato orienta a categoria a copiar e publicar os conteúdos em redes sociais e blogs para evitar nova censura", diz texto.



Escrito por blogimprensa às 16h06
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Sindjorn e federação das domésticas lamentam declarações de jornalista sobre médicas cubanas

Na última quarta-feira (28/8), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte (Sindjorn) publicou uma nota lamentando a "postura equivocada, falta de zelo e respeito" da jornalista Micheline Borges, que gerou polêmica após publicar um comentário no Facebook comparando médicas cubanas a empregadas domésticas.

 

 

"Me perdoem se for preconceito, mas essas médicas cubanas tem uma Cara de empregada doméstica. Será que São médicas Mesmo? Afe que terrível. Médico, geralmente, tem postura, tem cara de médico, se impõe a partir da aparência...Coitada da nossa população. Será que eles entendem de dengue? Febre amarela? Deus proteja O nosso povo! (sic)", dizia a mensagem publicada por Micheline. Após a repercussão nas redes sociais, a jornalista excluiu seus perfis no Facebook e Twitter.

De acordo com o G1, a Federação das Empregadas e Trabalhadores Domésticos de São Paulo exige uma retratação formal da jornalista. "Somente na cabeça retrógrada e preconceituosa dessa pessoa existe demérito em se parecer com uma empregada doméstica, uma profissão honrada", diz nota divulgada pela federação, que promete entrar na Justiça contra a jornalista.


Micheline pediu desculpas aos que se sentiram ofendidos e disse ter sido mal interpretada. "Foi um comentário infeliz, só gostaria de pedir desculpas, fiquei muito angustiada. Ganhou uma proporção muito grande nas redes sociais, onde as pessoas interpretam do jeito que querem. Não tenho preconceito com ninguém, não quis atingir ninguém, nem ferir a imagem nem a profissão de ninguém", afirmou.



Escrito por blogimprensa às 16h00
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