| |
Reality IMPRENSA
Vou entregar mesmo. Nossa colega Karina Padial, repórter da revista IMPRENSA, é fã incondicional de reality shows. Sim, ela curte E acompanha “BBB”, “A Fazenda”, “Jogo Duro”, “Dança dos famosos” e lamenta o fim de “No Limite”. Assim, nada melhor do que fazer com que ela se sinta em um desafio de vivência também. Bem diferente do que ela poderia imaginar, é verdade, mas lanço agora o “Desafio IMPRENSA 2009”, o reality show da “firma”. Aqui a prova é conseguir se desligar das novas tecnologias e fazer jornalismo de uma forma um pouco diferente. (Mais informações sobre isso serão divulgadas mais adiante em uma matéria que permeia essa questão que será produzida para a revista). Minha ilustre colega então, trocou o computador por uma máquina de escrever vinda direto da minha casa. Vou continuar entregando. Ela não sabia abrir a máquina. Mas apertar, simultaneamente, dois botões estranhos no topo da máquina não é tarefa fácil para ninguém. Depois de superar essa dificuldade, um breve curso sobre como colocar o papel na máquina e lá foi ela. “Clicando” na máquina, como ela mesma definiu. Descobriu o “shift” para letras maiúsculas e agora domina também o “enter”, a alavanca lateral que volta para o começo da página ao fim da linha e, “automaticamente”, vai para linha de baixo. O “plin” emitido pela máquina é o sinal de que a alavanca deve ser ativada. A Karina já domina completamente esse recurso.

Ainda não há uma desenvoltura completa e acho que a posição dos dedos não é bem essa, mas vamos dar mais tempo a ela. Esse é só o primeiro episódio do Desafio. E já temos importantes lições: “Não dá pra ter unha grande pra usar a máquina”, relata nossa sobrevivente. Eu torço pra ela ganhar o Desafio. Vou, inclusive, providenciar as camisetas para a torcida organizada.
Ana Ignacio
Escrito por blogimprensa às 17h45
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Estadão à moda Radiohead
"Qual o valor do conhecimento?" é a nova campanha de assinatura do jornal O Estado de S. Paulo. A empresa incentiva eventuais interessados em receber o jornal a propor uma quantia pela qual pagariam a assinatura. A ideia inicial, refletir sobre o quanto vale o esforço jornalístico, é válida - apesar de duvidar que o cidadão comum realmente considere esse tipo de dilema na hora de comprar qualquer coisa. Provavelmente deve ser mais influente o questionamento do meio do que o da origem. Ainda mais ao explorar os meandros da promoção: só a primeira parcela de uma assinatura semestral ou anual teria o valor que o assinante quisesse - todas as restantes seriam ditadas pela tabela normal do periódico. Mas, também, para o Estadão, o que importa mesmo - no fundo, no fundo - é adquirir mais assinantes. O que pode ser bem possível diante do impacto da campanha. Supondo que a oferta pela assinatura representasse o valor integral do pacote anual, qual oferta você daria pelo Estadão? Eu fiz meus cálculos e uma suposta assinatura integral do jornal custa cerca de R$ 80 por mês. É só uma base, já que qualquer pacote de assinatura já tem desconto incluso, geralmente de cerca de 30% a 40%. Eu toparia pagar, portanto, 50%, metade, uns R$ 40 mensalmente. Já que já tem um barateamento a assinatura, que costuma ser o mote de vendas da maioria dos jornalões (mas não o comercial de forma geral, focado na publicidade), é lógico concluir que tal desconto representa ainda assim uma boa margem de lucro por edição à empresa. Levando-se em conta também que a distribuição do Estado, num joint venture com a Folha, é própria, 50% me parece mais que razoável. E vocês? Igor Ribeiro
Escrito por blogimprensa às 14h29
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Corrente para frente!
Sobre o Twitter: Quando penso que a sociedade está evoluindo, que novas ferramentas realmente sérias de comunicação estão sendo criadas, que podemos mais do que fuçar a vida dos outros no Orkut, que podemos interagir com gente do mundo todo, que celebridades não são tão fúteis, que tem coisas que podem ser resumidas em 140 caracterres, chegam os brasileiros e "Chupaaaaaaaaaa". É tanto "chupa daqui", "chupa dali" que êba entramos no trending topics. E êba Demi Moore comentou o "chupa". Êba nós somos o país que mobiliza mais gente para o "chupa" que para o "Fora Sarney". Ninguém ficou de fora do "chupa". Jornalista escreveu, publicitário escreveu, advogado escreveu. Chupa o leitor, chupa o consumidor, chupa o cidadão. Mas é aquela tal da "corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão". Lembram? A música profetizou o que anos depois se tornou realidade, virtual. O motivo do "chupa" não podia ser outro em terras em que futebol mobiliza muito mais do que saúde, educação e fome juntos. PS1: Para quem não entendeu nada duas notas de esclarecimentos: aqui e aqui. PS2: Não sou tão rabugenta quanto pareço e vou continuar no twitter (@karinapadial) atrás de boas informações, mas é que preferia que a população se mobilizasse para coisas mais importantes do que a virada em cima dos Estados Unidos na final da Copa das Confederações. Eu gosto de futebol. Eu sou corinthiana. O Corinthians vai ganhar a Copa do Brasil. FIM Karina Padial
Escrito por blogimprensa às 18h48
[]
[envie esta mensagem]
[link]
A mídia e o direito do consumidor

A mídia tem sido um canal importante para muitos consumidores que não conseguem resolver seus problemas solucionados pelos canais criados pelas empresas SAC, CAC e outros. Milhares de clientes se desgastam com dezenas de ligações não resolvidas e os protocolos anotados diversas vezes. É freqüente o sofrimento de inúmeros consumidores, indignados, lesados e que não tendo seus problemas resolvidos pelas empresas descobriram no espaço de DEFESA DO CONSUMIDOR das rádios ou jornais uma alternativa para resolver seus problemas. E a medida é eficiente. A solicitação feita pela mídia é sempre atendida prontamente pelas empresas, pois nenhuma companhia quer ter sua imagem arranhada junto aos veículos de comunicação. Confira abaixo a carta de um consumidor enviada a uma emissora de rádio reclamando de uma grande rede de materiais para construção em São Paulo: Veja na íntegra: Há um mês comprei o material para reformar meu apartamento e até hoje só tive aborrecimento com a empresa de materiais para construção "YZ". Primeiro foi a bacia furada, depois a pia quebrada e por último duas portas fantasmas... Uma não foi entregue porque não tinha no estoque (como podem vender uma coisa que não tem?) e a outra mandam errado (acredito que também não tinham no estoque e mandaram qualquer uma). A compra das portas foi no dia 16/05 e a entrega dia 18/05, hoje mais de um mês e só aborrecimentos. Depois de várias ligações para o 0800 só recebi desculpas... Primeiro anote o protocolo (tenho 11 desses) depois daqui a 7 dias entregaremos a porta (1 porta só, pois a outra que nem apareceu pedi para trocar por vale, pois comprei esta porta em outro estabelecimento que me entregou no prazo de 2 dias a porta correta, realmente como dizia a minha mãe o barato sai caro). Mais de sete dias depois cadê a porta? Vamos ligar novamente, bom agora a desculpa é não tem transportadora (fala sério estão de gozação né!) e assim se passaram sete dias e várias ligações para o 0800 e milhões de protocolos porque quando cai a ligação temos que explicar tudo de novo e gerar um novo protocolo (pra que o protocolo anterior?). Liguei novamente em um domingo para o 0800 e falei com o gerente Juvenal que me prometeu até segunda entregar a porta... E cumpriu com o prometido a porta chegou mais uma vez ERRADA, maior do que tínhamos pedido (não é para perder a paciência?). Liguei novamente para o 0800 que me disseram: mais sete dias para retirar a porta e depois mais sete dias para entregar a correta (correta será que Papai Noel existe? hehehe é pra rir ou chorar?). Dialoguei dizendo que não podia esperar mais e que já se passava um mês e continuavam me enrolando. Será que se eu atrasar sete dias a fatura eles vão colocar meu nome no SPC? Qual é o procedimento? Eles podem atrasar sete dias, 1 mês ou até 1 ano e não podemos fazer nada apenas ligar, ligar , ligar e escutar desculpas esfarrapadas. Então indignada com mais sete dias liguei na loja onde comprei a mercadoria onde o atendente Barbosa me atendeu por sete vezes, na primeira vez passou a ligação onde chamou, chamou, chamou até cair a ligação, a mesma coisa aconteceu na 2ª, 3ª, 4ª e na quinta vez eu disse a ele que ninguém atendia se antes dele passar poderia verificar se tinha alguém no setor... Ele disse aguarde e mais uma vez chamou, chamou, chamou até cair a ligação. Na sétima vez sem paciência e muito alterado eu disse que era uma falta de respeito com o cliente que eu gostaria de falar com alguém agora e não era para ele passar a ligação porque ninguém atendia e ele disse que se eu continuasse gritando ele desligaria o telefone na minha cara... Eu disse que infelizmente eu não podia fazer o mesmo com ele, pois ainda precisava dos serviços da “YZ”. Bom o que ele fez? desligou o telefone na minha cara. Não liguei mais... A porta continua lá ERRADA e a bacia FURADA, me restou fazer uma denúncia no PROCON. Esse é o meu desabafo...
Luiz Gustavo Pacete
Escrito por blogimprensa às 17h44
[]
[envie esta mensagem]
[link]
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|