Crise Existencial

Por Luiz Gustavo Pacete
Escrito por blogimprensa às 10h29
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Vagas definições
Uma "tuitada" do Alec Duarte, jornalista, professor e blogueiro do http://webmanario.wordpress.com, me despertou a curiosidade. Os 140 caracteres diziam: "A tola, incompleta e desatualizada definição de jornalismo no dicionário - ". Entrando no link estamos diante da definição do dicionário Aurélio sobre jornalismo: Jornalismo [De jornal2 + -ismo.] S. m. 1. Atividade profissional da área de Comunicação Social (q. v.) que visa à elaboração de notícias para publicação em jornal, revista, rádio, televisão, etc., acompanhadas ou não de comentários. 2. Os conhecimentos relativos ao jornalismo (1). 3. Os jornalistas: 2 Alec disse ter se inspirado por um post de Mindy McAdams e assim como ela se decepcionou com o que viu. Os motivos dele: "Para começo de conversa, o Aurélio di expressamente que se trata de uma 'atividade profissional', o que já sabemos que não é verdadeiro. Ou será que as tantas experiências de jornalismo cidadão não serviram para nada?'. Mais: "Outra bola fora do dicionário é cravar que a atividade 'visa à elaboração de notícias para publicação em jornais' e outras platafromas. Uma meia verdade, mas que exclui uma série de outras atividades jornalísticas mais ou menos recentes como organizar dados, por exemplo". Por fim: "Além disso, o dicionário se esquece de citar justamente a mídia mais importante de todas, que alem de conter todas as outras em si ainda mudou radicalmente a forma como o ser humano se comunica". Fui, então, atrás das definições do Houaiss e Michaelis. Olha o que achei: Houaiss: 1 atividade profissional que visa coletar, investigar, analisar e transmitir periodicamente ao grande público, ou a segmentos dele, informações da atualidade, utilizando veículos de comunicação (jornal, revista, rádio, televisão etc.) para difundi-las 2 o conjunto dos jornais ou dos jornalistas; imprensa 3 abordagem superficial de um tema, menos interessada em esclarecê-lo do que em agradar o gosto e os interesses populares que estão na moda DETALHE PARA A DEFINIÇÃO 3 - Ainda estou pensando se isso é simplificar demais o que fazemos ou se é a pura realidade. No momento, fico com a segunda opção. Michaelis: 1 A imprensa periódica. 2 Profissão de jornalista. 3 Os jornais. SEM COMENTÁRIOS PARA A FALTA DE DEFINIÇÃO. Faço minhas as palavras de Alec Duarte. Karina Padial
Escrito por blogimprensa às 13h25
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O papel do papel
É uma discussão antiga mas sempre atual. Li esse texto e acredito que ele reflita um pouco as angústias dos veículos impressos nesse pós-crise. Está mais do que na hora de refletirmos sobre o papel de cada um: A crise do “pensar” no jornalismo diário dos meios impressos, por Carlos Chaparro
A crise mundial que há já alguns anos atinge o jornalismo dos jornais diários tem muito a ver com a tripla incapacidade que continua a marcar as redações dos meios impressos:
1) A incapacidade de apreender, compreender e corresponder às expectativas e demandas pré-existentes, por parte dos leitores informados de véspera pelos fluxos informativos e pela agilidade dos meios eletrônicos – expectativas e demandas por informações e explicações que tornem compreensíveis os acontecimentos complexos, conectados a causas, que se querem desvendadas, e desdobrados em efeitos que se desejam elucidados;
2) A incapacidade de, no mesmo ritmo da notícia, apreender e atribuir significações discursivas ao que é feito e dito pelos sujeitos produtores dos acontecimentos noticiáveis e noticiados. De tal incapacidade resulta a paralisia intelectual que marca esse jornalismo preguiçoso voltado para o factual da véspera.
3) A incapacidade de detectar, e agregar ao relato jornalístico, o contexto estratégico dos fatos e conteúdos produzidos pelos sujeitos institucionais que têm o poder de gerar notícias.
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O texto na íntegra está disponível aqui. Karina Padial
Escrito por blogimprensa às 14h11
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Sangue Latino

Nesta semana vivi uma das maiores experiências culturais de minhas duas décadas de existência. Não sou um cara político, tampouco persigo ideologias que visam mudar o mundo ou de qualquer outra categoria. Na minha ingenuidade me emociono quando ouço ou vejo algo relacionado à África ou à América Latina, ainda mais se falamos de povos, culturas, rostos, realidades de vida. Sou apaixonado pelo idioma falado nesta imensa América Latina. Com exceção de alguns países, o espanhol ou castelhano, língua irmã do português, é apaixonante, poética, doce, fascinante. E quero destacar nesta postagem dois aspectos, o IDIOMA e a CULTURA latino-americana. A Rede Lationamericana de Teatro em Comunidade apresentou nesta semana em São Paulo, com a iniciativa do grupo de teatro Pombas Urbanas, uma releitura da peça “Dom Quixote”. Quase 100 atores de mais de 10 países encenaram este clássico da literatura universal. Argentina, Brasil, Cuba, Chile, México, Peru, Bolívia, El Salvador, Guatemala e Colômbia. A peça foi divida em 12 cenas e cada grupo de teatro representou as peculiaridades de sua cultura dentro do desfecho “quixotesco”. Diversos Quixotes e Sanchos, cada um com seu sotaque, com sua feição, com seus traços nativos. O Chile apresentando o perfil rude dos mapuches do sul do Chile. Cuba trazendo o envolvimento de sua música. A Bolívia destacando a importância da coca em sua sociedade. Os peruanos ressaltando a influência Inca e os traços de guerreiros. México com a cultura asteca e as canções de revolução. O Brasil valorizando a figura do nordestino. Uma fusão de cores, sotaques e feições. Um grande espetáculo. Confesso que me emocionei, e sai deste espetáculo mais orgulhoso de ser latino-americano, de ser brasileiro, de ter a oportunidade de nascer em uma cultura tão rica, humana, alegre. Por mais que barreiras geográficas coloquem limites, ou ideais políticos e divergências econômicas nos separem, somos muito mais latinos do que imaginamos, um povo que não nega suas origens e que deixa sua marca. Viva a América Latina! Luiz Gustavo Pacete
Escrito por blogimprensa às 17h50
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Boletim Honduras

Desde ontem estou acompanhado a crise hondurenha por outro ponto de vista, que não seja somente o da imprensa brasileira, responsável por trazer a situação ao centro de um jogo político interno. Pelo segundo dia ouço a Rádio Globo Honduras (via internet) http://www.radioglobohonduras.com/ que dia 28 foi tirada do ar e invadida por militares. Com um clamor aos poucos hondurenhos que acessam a internet a locutora da emissora acusa a imprensa pró Micheletti de omitir o que realmente acontece no país: "A situação em Honduras não é como a imprensa pró governo golpista está mostrando. Que há paz. Que há normalidade. Não se enganem esses jornalistas golpistas estão a favor de um governo inconstitucional. Esses meios de comunicação estão acomodados com o governo ‘De Facto’. É lamentável que isso ocorra, mas espero que todos tirem as máscaras e definitivamente saibamos quem está do lado do povo". Os apelos seguem: "Seguimos na internet para nos comunicarmos com Honduras e o mundo, esse governo De Facto golpista que nos quer censurar, mas continuamos e vamos nos levantar, quando nos levantarmos será com muita força". Advogados, especialistas e até políticos são entrevistados e consultados para comentar a crise no país. Os programas humorísticos e as paródias políticas contra o governo De Facto remetem aos tempos de ditadura aqui no Brasil. Muitas piadas com o "governo golpista" e suas atitudes enérgicas. Os comerciais continuam normais e engraçados: "Senhor pai de família para que seu filho tenha futuro é necessário que ele estude inglês, não perca mais tempo, matricule-o na Metropolitan School" "Tenda Comercial La Nortenha, brinquedos, mercearia, líder em preços nos visite na quinta avenida do centro” "Funerária San Juan, Momentos de paz para sua família. As melhores salas de velório de Tegucigalpa" Luiz Gustavo Pacete
Escrito por blogimprensa às 15h38
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Vácuo virtual
Coisas que só acontecem comigo. Capítulo 1: No Carnaval desse ano, descobri que a estagiária de eventos aqui da IMPRENSA Editorial era passista da Rosas de Ouro. Eu adoro Carnaval, adoro desfilar e adorei a notícia. Resolvi fazer um post sobre ela para publicar aqui nesse blog. Fiz e publiquei. Dias depois fui procurá-lo e não encontrei. Achei que por algum motivo alguém tivesse deletado ou sem querer dado um comando errado. Nunca falei disso com ninguém. Achei bobagem. Hoje, sete meses e nove dias depois, a Laila nem trabalha mas com a gente mas eu descobri o paradeiro do post: meu blog desativado. Entrei lá para procurar um texto antigo que tinha escrito e a mensagem mais recente que tinha era justamente essa, do dia 20 de fevreiro de 2009. Explico o que deve ter acontecido: meu antigo blog era do Uol, quando você entra no seu e-mail do Uol, ele registra seus dados. Eu devo ter feito isso, clicado em blog, postar e nem vi que está no endereço errado. A conclusão você já sabe. Abaixo... só para registrar publico a nota antiiiga! "As melhores notícias aparecem assim entre um copo de café e um biscoito envelhecido. Despretenciosamente, o assunto surge e de uma hora para outra o "pano para manga" está dado. É claro que nada do que eu escrevi acima aconteceu ao pé da letra. Aliás, tudo é um fantasia da minha cabeça. Fantasia! Essa é palavra que eu precisava. Na véspera do Carnaval, fantasia te lembra alguma coisa, meu caro leitor? Pois bem! A fantasia a que nos referimos hoje é branca, azul e rosa. Rosa. Rosas. De ouro. No sentido literal, as cores que estarão no bustiê e na saia vestirão a estagiária de eventos aqui da Imprensa Editorial e estudante de jornalismo. Laila é passista da escola de samba já citada, informação que eu descobri há alguns minutos atrás, num bate-papo no meio tarde. Ela estará na avenida às 0h30 da madrugada de sexta para domingo. Hoje! Morrerei de inveja em frente à tv com os pés balançando a alguns centímetros do chão enquanto, no sofá, me entupirei de pipoca, prometendo que ano que vem desfilarei embutida numa fantasia duas vezes maior que eu." Karina Padial
Escrito por blogimprensa às 23h08
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Pra que!?
Não, a história que eu vou contar não é fruto de ficção. Ela aconteceu, hoje! Tá... pode nem parecer tão absurdo, mas euzinha fiquei inconformada, pensando o que passa na cabeça das pessoas. Prestem atenção: Estávamos todos em reunião de pauta, elaborando altas matérias para a edição de outubro que, já adianto de antemão, vai ser muito boa!!! Eis que a Daniela Candido, nossa diretora de marketing, entra na sala com um pacote de Sedex na mão. Vocês não acreditam o que tem aqui, falava entre risadas. Aguardamos a resposta. Ela não veio tão cedo. Dani queria mesmo era fazer um clima de suspense. "Lembram da Maria*, ex-funcionária da revista? Era repórter. Ah vocês não vão lembrar... Vocês não estavam quando ela trabalhou aqui", continuou. Pois bem, a Maria escreveu uma carta. Nela, relembra que trabalhou na redação entre 2003 e 2004 e pergunta como andam as coisas, se todos estão bem, essas cordialidades todas. "Estava arrumando minhas coisas e encontrei isso que pertence a revista. Estou mandando para devolver", explicou. Estão preparados? Embaixo da carta, dois grampeadores. FIM FIM do pacote. Mas não das dúvidas. O que faz uma pessoa cinco anos depois devolver dois grampeadores (não são livros, jóias, exemplares raros, dinheiro, ouro, computador), repitam comigo, GRAMPEADORES, para a redação? Honestidade, interesse, falta do que fazer, cinismo, premonição? Se você souber a resposta ou tiver mais alguma sugestão escreva para nos acalmar! * nome fictício Karina Padial
Escrito por blogimprensa às 20h11
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Lay out à moda antiga
Mal comentei a edição 249 e daqui a pouco estarei por aqui falando da 250. Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Mas antes tarde do que nunca (tô cheio dos provérbios hoje). Como a Ana Ignacio já havia delatado neste link aqui, Karina Padial fez parte de um, digamos, "experimento sócio-profissional" entre junho e agosto para uma reportagem assaz interessante publicada em setembro. Padialis, como costumo chamar a excêntrica repórter - a excentricidade em si vale post posterior ("POST POSTerior"? qué isso Igor!?!)-, fez uma metarreportagem sem usar tecnologia. Numa matéria em comemoração aos 22 anos da revista IMPRENSA, a lépida repórter conta como foi buscar fontes e pessoas relacionadas à produção da primeira revista, em 1987, como se estivesse naquela época: sem computador, sem celular, sem câmera e gravador digital, sem internet... A moça quase entrou em parafuso, mas conseguiu. Sua emocionante epopéia rendeu cinco páginas da edição 249 que deveriam ser tema de aula em cursos de comunicação social. Dá pra ler um trecho neste link e ver um pouco também na edição digital, mas nada como comprar a revista e folhear suas páginas para ter um gostinho dessa deliciosa matéria. A Karina liderou o empreendimento, mas não o conduziu completamente sozinha. Contou com o apoio constante de nossa outra repórter, a serelepe Pamela Forti, e de uma torcida da redação. Até a arte entrou no espírito e resolveu, em uma das páginas da matéria, ressuscitar o velho método do paste up (ou pestape). Produziram-na a partir de tipografia digital, é verdade. Mas todo o resto - grade, fios, legenda, foto, rodapé - foram compostos manualmente, na base do recorta e cola. Eu fotografei com meu celular e por isso este registro em especial não saiu na matéria, se não estaríamos "roubando. Mas aqui é permitido. Deem uma olhada: 
"Onde foi parar aquele 't' de 'estamos perdidos'?", pergutam-se Gustavo Marin e Lubana Alves. 
O Gustavo cortando um milimétrico fio de página. É importante frisar que eles não aprenderam isso num dos iMacs da faculdade... 
...Tiveram que recuperar as aulas do prézinho. Acima, Lubana cola o fio recém cortado pelo Gustavo. Brincadeiras à parte, o resultado ficou muito bom e vale a pena ser conferido. Edição 249 da revista IMPRENSA, pág. 58. Igor Ribeiro
Escrito por blogimprensa às 00h39
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El papel de la bu....ena intención
Que Cuba vive parada no tempo, a custo de uma utopia cada vez mais em descrédito, já sabemos. Que mulheres sofrem para manter sua vaidade, tendo que racionalizar os xampus e cremes, que quase não existem na ilha, também sabemos. Que carne bovina é uma raridade e é limitada, sendo reservada, em sua maior parte aos turistas, também temos conhecimento. Que o governo continua cerceando e impedindo a liberdade de expressão no país e enfiando garganta abaixo as publicações comunistas, também já sabemos...
Assim como conhecemos diversos outros fatores que ilustram a decadência do regime dito "socialista" em Cuba. Mas a revista Veja em sua edição de 9 de setembro forçou a barra na matéria "Até que enfim serviram para algo", assinada por Duda Teixeira. A reportagem mostra que em Cuba falta papel higiênico e que o povo da ilha está tendo que se utilizar de folhas de jornais como o Granma, Trabajadores e o Dicionário de Pensamentos de Fidel Castro para fazerem sua “higiene pessoal”. Pode até estar ocorrendo isso lá, mas a matéria apela fazendo uma exposição desnecessária do assunto. Ilustraram até com uma tabela mostrando o "custo beneficio" entre usar papeis higiênicos e os jornais, além do conforto e qualidade apropriada para cada finalidade. "O Granma é ansiosamente esperado por uma fila que se forma a partir das 6 horas da manhã. A maioria é de aposentados que complementam pensão minguada com o comércio de jornais para uso sanitário" Luiz Gustavo Pacete
Escrito por blogimprensa às 10h35
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eBay é condenado por venda de falsificações de perfumes Louis Vuitton
Redação Portal IMPRENSA O site de leilões eBay foi condenado por um Tribunal de Primeira Instância de Paris nesta sexta-feira (18) por falsificação de marcas de perfume do grupo LVMH Moët Hennessy-Louis Vuitton. O grupo emitiu comunicado em que se diz satisfeito com a decisão. "A LVMH toma nota com satisfação da decisão do Tribunal de Primeira Instância de Paris (...) que condenou o eBay por falsificação de marca, e assim faz justiça às demandas formalizadas por Parfums Christian Dior, Kenzo, Givenchy e Guerlain", afirmou o grupo. Ao contrário do que se deduz, o eBay, de acordo com a Reuters, contentou-se de bom grado com a decisão. "Estamos satisfeitos de ver que o Tribunal de Primeira Instância de Paris reconheceu os argumentos do eBay e indeferiu o pedido da Parfums Christian Dior por 4 milhões de euros em indenização, concedendo-os apenas 60 mil euros". A LVMH afirmou que o site foi condenado a lhe indenizar oitenta mil euros de indenização. Leia mais -Site de leilões eBay vai vender 65% do SKype por 1,9 bilhão de dólares -Presidente-executivo do eBay diz que comércio eletrônico deve dobrar em cinco anos
Escrito por blogimprensa às 19h22
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Polícia do RJ prende suspeita de assassinar fotógrafo suíço
Redação Portal IMPRENSA Policiais da 12º DP da cidade do Rio de Janeiro apresentaram a garota de programa Fernanda Silva Souza, de 28 anos, como uma das envolvidas no assassinato do fotógrafo suíço Gilbert Marcel Hirschi, de 63 anos, em seu apartamento na Avenida Princesa Isabel. De acordo com o delegado Antenor Martins Júnior, o fotógrafo aposentado foi morto por Fernanda e a amiga Ariana Gualberto Lessa, 25, após reagir a um assalto. Gilbert usou spray de pimenta contra Ariana, que revidou atirando em suas costas. O site de O Globo informa que o delegado revelou que Fernanda tinha um relacionamento de aproximadamente de seis meses com Gilbert, que morava há dois anos no Rio e tinha visto de residente até 2017. O fotógrafo mantinha relacionamentos com garotas de programas e assim conhece Fernanda, a qual foi autuada por latrocínio (assalto seguido de morte). A outra acusada, Ariana, escapou e ainda está sendo procurada pela polícia. Leia mais -Ator Colin Farrel é acusado de agredir fotógrafo no Festival de Toronto -Polícia de El Salvador prende suspeitos de participação no assassinato de fotógrafo francês
Escrito por blogimprensa às 18h35
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Le Monde lança revista aos fins de semana que servirá como "complemento" ao jornal
Redação Portal IMPRENSA Neste fim de semana, o jornal francês Le Monde lançará a revista Le Monde Magazine, em substituição ao suplemento Le Monde 2. Segundo O Globo, a revista não será um complemento do jornal. Ela será vendida à parte, por 2,50 euros. Didier Pourquery, ex-vice-diretor de redação do jornal Libération, concorrente do Le Monde, será diretor da revista - que trará crônicas, artigos e reportagens mais extensas e analíticas que as publicadas durante a semana no diário. De acordo com Pourquery, o público alvo da Le Monde Magazine são os leitores do jornal que não o leem nos fins de semana. No entanto, deixou claro que ela será um complemento, e não uma repetição, do jornal. "Uma revista de fim de semana precisa estar cheia de ideias e energia. É como se o Le Monde, no fim de semana, afrouxasse a gravata", disse. O diário também vai lançar uma nova assinatura de fim de semana, por 9,60, que incluirá a revista e acesso ilimitado ao site Monde.fr. Leia mais - Jornal francês Le Monde comemora edição de número 20 mil
Escrito por blogimprensa às 18h16
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Fotógrafo ganha ação contra escritor e editora por uso indevido de imagem
Redação Portal IMPRENSA O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) deu ganho de causa ao repórter fotográfico Derly Marques da Silva que moveu ação contra contra o escritor João Carlos Pecci e a editora SRS em razão do uso indevido de fotos do cantor Toquinho no livro que faz um relato sobre seus quarenta anos de carreira. Oito fotos de Derly foram publicadas sem sua autorização no livro Toquinho – 40 anos de Música, com 334 páginas. Além disso, nenhum pagamento foi feito ao autor das fotografias. Há um ano e meio, o fotógrafo processou a editora e o escritor com auxílio da advogada Silvia Neli, da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual do Jornalista (Apijor). A associação é conveniada à Associação dos Jornalistas Aposentados no Estado de São Paulo (Ajaesp), a qual o repórter fotográfico é filiado. A advogada revela, segundo informações da Apijor, que o trâmite do processo foir relativamente rápido, uma vez que a avançada idade do autor da ação exigia mais celeridade no caso. Derly ganhou a ação de primeira instância e o TJ-SP confirmou a primeira decisão. Os condenados no processo têm 15 dias para recorrer, no entanto, o caso já é jurisprudência de segunda instância no Tribunal de Justiça de São Paulo. Silvia revelou que, no acórdão, o Desembargador Relator Luiz Antonio de Godoy considerou que “são devidas indenização por danos materiais verificados pela ausência de remuneração do autor que teve sua obra veiculada, sem autorização, pouco importando se já havia sido publicado o livro anteriormente, por um dos co-réus, pois o autor ‘delas podia dispor como bem lhe aprouvesse’”. O desembargador considerou, ainda, que a ausência de prévia autorização é dano moral presumido, considerando que os valores fixados em sentença atingiram ‘ponto de equilíbrio’, ainda: ‘hipótese em que se deve dar ao artista o devido valor (nas várias concepções da palavra)’”. “Essa decisão reforça o conceito de que para cada utilização de obra, deve haver uma licença respectiva, sob pena de ficarem configurados danos morais e patrimoniais autorais”, observa a advogada. Leia mais -Justiça diz ser improcedente ação de médico contra a TV Globo por episódio do "Linha Direta" -Franklin Martins é condenado a indenizar Collor por chamá-lo de "chefe de quadrilha" em revista
Escrito por blogimprensa às 18h00
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Mato Grosso anuncia datas para realizar I Conferência Estadual de Comunicação
Redação Portal IMPRENSA O Governo do Mato Grosso confirmou para os dias 29, 30 e 31 de outubro a realização da I Conferência Estadual de Comunicação do estado. O edital, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) na última quarta-feira (16), mostra que o objetivo da conferência é discutir as distorções percebidas pela sociedade nos meios de comunicação. Entre elas, está a programação das televisões, nem sempre são de interesse do povo brasileiro, e os contratos de concessão, boa parte deles irregulares e em favor de políticos, informou o jornal O Documento. Com Mato Grosso, agora já são 17 Estados que vão cumprir a etapa preliminar da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), convocada pelo Governo Federal para os dias de 1 a 3 de dezembro deste ano, em Brasília. O tema da Conferência Estadual segue o mesmo da nacional: “Comunicação: meios para construção de direitos e de cidadania na era digital”. Entre os movimentos que apoiam a conferência, estão o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o Conselho Regional de Psicologia (CRP), o Grupo de Consciência Negra (Grucon), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), o Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (Seeb-MT), a Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação (Enecos), o Diretório Central dos Estudantes da UFMT, campus Cuiabá (DCE-UFMT-Cuiabá), a Central Única dos Trabalhadores em Mato Grosso (CUT/MT), a Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária em Mato Grosso (Abraço-MT). Na etapa estadual, Mato Grosso poderá tirar 21 delegados, entre representantes dos movimentos sociais, empresários e governo. A proporção é de 40% (população), 40% (empresas) e 20% (governo). Leia mais - Definidas as datas da 1ª Conferência Estadual de Comunicação do Rio de Janeiro
Escrito por blogimprensa às 17h57
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RSF denuncia detenção de jornalista independente de Cuba
Redação Portal IMPRENSA A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) denunciou, nesta sexta-feira (18), a detenção de um blogueiro e de um diretor de jornal cubano. Luis Felipe González Rojas e Yosvany Anzardo Hernández foram detidos e agredidos em 10 de setembro setembro no leste de país. Ruiz foi libertado logo depois, mas Hernández continua preso. Segundo a entidade, desde que elefoi detido não consegue se comunicar com a família. "Com 26 jornalistas presos, Cuba ostenta agora com o Irã o posto de terceira prisão do mundo, atrás de Eritréia e China", denunciou a RSF. "As autoridades se empenham em abafar qualquer manifestação na internet de uma sociedade civil que está se configurando", afirmou aorganização. Segundo a agência de notícias AFP, a RSF considerou que "a censura representa uma rejeição do governo às mudanças na ilha, presentes e futuras, que escapam ao seu controle". Leia mais - Diretor de jornal cubano independente é detido por "evidências contrarrevolucionárias"
Escrito por blogimprensa às 17h27
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